quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Tomada de posse











Foi no passado dia 26 que o novo elenco para a Assembleia Municipal e Câmara Municipal tomaram posse.
Deixo-vos os nomes dos novos membros da Assembleia Municipal e dos novos vereadores, assim como o meu discurso após a eleição da Mesa.

ASSEMBLEIA MUNICIPAL

 
Mesa

Presidente: António José Miranda
1.º Secretário: José Manuel Tobar
2.º Secretário: João Filomeno Candeias

Grupo Municipal do PSD

Ana Júlia Rocha
Pedro Ribeiro
Hugo Folgado
João Branco
Diogo Sutil
Domingos Grincho
Margarida Silva
Joaquim Custódio
Francisco Chenrim

Grupo Municipal do PS

Alexandre Cordeiro
Joaquim Carvalho
João Magro
Pedro Grilo
Luisa Semedo Fernandes
José Bráz

Grupo Municipal da TI

Adriano Chaves

CÂMARA MUNICIPAL

Presidente: António Ribeiro
Vereadores: António Pita
                      Daniel Carreiras da Silva
                      Rui Miranda
                      Fernando Valhelhas



Discurso por ocasião da Tomada de Posse e Instalação dos Orgãos Autárquicos para o quadriénio 2009/2013
Dia 26 de Outubro de 2009

Ex.ºs Senhores Membros da Assembleia Municipal

Ex.º Sr. Presidente da Câmara Municipal

Ex.ºs Senhores Vereadores

Caros munícipes

Minhas Senhoras e meus Senhores

Após a tomada de posse e instalado este órgão com a respectiva eleição da Mesa para o mandato que agora se inicia gostaria de vos dirigir algumas palavras.

Em primeiro lugar ao Sr. João Manuel Margarido da Silva, Presidente cessante, cujo desempenho gostaria de relevar.

A missão difícil de conduzir um órgão desta importância transformou-se, com a sua forma leal, sincera e frontal, numa missão grata e exemplar.

Para mim foi, é, e será um modelo de Presidente. Os valores que me transmitiu no decorrer das suas funções e enquanto amigo, fazem-me acreditar ainda na bondade da política e na forma correcta da gestão da polis.

Obrigado e espero não desiludi-lo na sua sucessão.

As minhas segundas palavras vão para o Dr. Alexandre Cordeiro, para o Sr. Adriano Chaves, para a Prof.ª Arminda Barata e para o Dr. Francisco Hilário, pela forma elevada como decorreu o período pré-eleitoral. O meu respeito e o meu reconhecimento.

Minhas Senhoras e Meus Senhores

No mesmo dia em que toma posse o XVIII Governo Constitucional iniciamos também as nossas funções autárquicas.

Realidades diferentes, modelos diferentes, mas o mesmo objectivo: servir os cidadãos, melhorar a qualidade de vida das pessoas. Fazer política.

Uma Assembleia da República instalada, com poderes próprios, formada por diferentes partidos políticos, com capacidade para orientar e gerir as políticas para o País e um Governo constituído por pessoas com características diferentes, com formações nas mais diversas áreas mas com a mesma orientação político partidária, contrasta muitas vezes com Assembleias Municipais com poderes reduzidos, não raras vezes inócuas e Câmaras Municipais obrigadas a serem geridas com pessoas que seguem orientações diferentes e visões diferentes de gestão. O papel, tantas vezes ingrato, dos vereadores da oposição que não vêem satisfeitas as suas propostas, ou a dificuldade do executivo em fazer passar as suas decisões perante uma oposição maioritária merecia pelo menos ser alvo de reflexão.

Talvez seja necessário repensar a utilidade das Assembleias Municipais e os seus poderes, que relembro, não são executivos mas sim deliberativos.

A celebração da República, cujo Centenário comemoraremos no próximo ano, não pode ignorar um dos desígnios fundamentais do ideário republicano: o municipalismo, entendido como princípio constitutivo da descentralização administrativa.

Ao contrário do empossado Governo, minoritário, quis a população, no passado dia 11 de Outubro, ditar uma nova maioria aos órgãos do município.

Se numa primeira vez as responsabilidades eram muitas, agora estão duplamente acrescidas.

A transparência, o rigor, a isenção, o diálogo e a tolerância são valores adjacentes a um regime democrático, e que deverão sempre ser realçados numa maioria.

Estamos perante uma Assembleia renovada, com carácter forte, espírito puro e com energia acrescida.

Deve por isso, contribuir com a discussão de ideias, com a diferente visão de cada um dos seus membros e acima de tudo, com o respeito institucional a que se obriga.

E como nunca é demais repetir o que merece ser repetido, preocupações como são a assistência aos idosos, a habitação, a saúde, o património, o desenvolvimento económico principalmente no que diz respeito ao pequeno comércio, e a fixação de população no nosso concelho são no meu entender e espero que também no vosso, prioridades que impera debater.

Exige-se dum Presidente da Assembleia Municipal que não seja lobo com pele de cordeiro, mas que também não apresente a ingenuidade de uma criança recém nascida.

Serei igual a mim próprio.

Terei o papel conciliador, aberto, crítico e equidistante, sem esquecer no entanto as minhas convicções e espírito de equipa.

Tudo farei para que esta Assembleia seja profícua, convergente e sirva os únicos interesses que deve servir: os do concelho de Castelo de Vide.

Conto convosco. Temos quatro anos para o fazer.

E para terminar gostaria de dizer, citando João António Gordo na sua obra “Regresso aos Municípios”

“ É preciso verter nos corações amantes do torrão natal o sentimento simples e natural, de que a eles pertence antes que a ninguém a administração dessa partícula da nacionalidade, exercida dentro do espírito das leis gerais, certamente, mas livre de tutelas de quem não tem conhecimentos das conveniências locais nem autoridade moral para ser tutor dos outros cidadãos.”

Obrigado.

segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

de regresso...


Desde que aceitei ser candidato à Assembleia Municipal deixei de escrever aqui.
Achei que não devia.
Passadas as eleições estou de regresso.
O concelho deu uma clara vitória ao PSD, mas se fosse ao contrário estaria também hoje a escrever aqui.
Fiquei contente e acima de tudo ciente do sentido da responsabilidade que isso implica.
Agradeço a confiança que depositaram em nós, e agradeço principalmente a todos os companheiros de lista que trabalharam nesta campanha.
Quero também deixar uma palavra de apreço ao Dr. Alexandre Cordeiro, ao Sr. Adriano Chaves, ao Prof. Francisco Hilário e à Prof.ª Arminda Barata pelo forma respeitosa como me trataram durante esta campanha. Espero que sintam o mesmo da minha parte e se assim não é, que aceitem as minhas desculpas.
Confesso que estou satisfeito em ter mantido o mesmo número de mandatos para o PSD na Assembleia Municipal. Era um enorme desafio.
Mas para mim as eleições 2009 terminaram. Outras haverá no futuro.
O que importa agora é Castelo de Vide e Póvoa e Meadas. Com as diferenças necessárias e bem-vindas da oposição.
Em meu nome e de toda a lista que liderei à Assembleia Municipal,
MUITO OBRIGADO.

terça-feira, 14 de Abril de 2009

Autárquicas 2009 Capítulo II


Passadas que estão as festividades Pascais, por excelência as festividades da tolerância e da reconciliação, e por excelência também as mais importantes de Castelo de Vide, chega a altura da (re)apresentação e (re)negociação das listas às eleições autárquicas. E utilizo o prefixo "re" porque verdadeiramente se tratam de "re" qualquer coisa.
Senão vejamos:

1.- O PS e o PSD já apresentaram os seus cabeças de lista à Câmara Municipal, embora o PSD ainda não o tenha feito oficialmente, será António Ribeiro. Portanto quando apresentarem as listas serão re-apresentações. A CDU e o CDS/PP que eu saiba, não fizeram ainda qualquer apresentação.
E falo apenas destes 4 partidos porque foram os únicos que apresentaram candidatos à Câmara Municipal em 2005, embora se vislumbre o aparecimento de uma lista composta por independentes.

2.- Sabendo que, provavelmente, as eleições serão marcadas para Setembro, uma vez que terão de dar tempo aos futuros autarcas para delinearem os seus orçamentos que servirão de suporte para 2010, parece-me um pouco cedo para apresentarem listas. Sim, muito cedo... Passo a explicar.
Se por um lado, os munícipes ficam a saber atempadamente quem os poderá representar ( e supostamente isso é o mais importante ) por sua vez a negociação local de lugares dentro dos partidos poderá tornar-se num hiato, dando azo a escaramuças e pancadinhas nas costas. Ou seja, embarcar num "vale tudo" de maledicências a elogios desgarrados, numa pré-campanha que promete ser quente.

3.- Com as Europeias à porta, em que todos os partidos já apresentaram os seu candidato, excepto o PSD, o tiro de partida está dado. E quer fazer-se crer que o resultado das europeias será uma éspecie de barómetro para as eleições posteriores, o que, de todo, não concordo. Se numa primeira análise o PSD pode dar a ideia de que parte atrasado, esse atraso dá uma margem de manobra a Manuela Ferreira de Leite de apresentar um candidato já gasto ou um candidato mais novo com um rumo bem definido sobre a Europa que se pretende renovada. Barómetro de quê?

4.- Assim sendo, do PSD conhece-se António Ribeiro e supostamente dentro da mesma linha os mesmos candidatos às Juntas de Freguesia, e do PS conhece-se Rui Miranda e supostamente os candidatos que um anónimo me enviou por e-mail: André Barrigas, António Soldado e Cláudio Pedrico. Ou seja, até ao lavar dos cestos é vindima, e não podemos dar por certo os nomes avançados.

Nota final: O aparecimento de uma lista composta por independentes não me desagrada. Pela multiplicidade de ideias que poderá trazer, pela possibilidade de escolha para quem não se vê representado em nenhuma das outras listas, e pelo carácter independente que os Portugueses têm reclamado desde o avanço de Manuel Alegre à Presidência da República.

quarta-feira, 11 de Março de 2009

Autárquicas 2009 Capítulo I

O Partido Socialista já escolheu o candidato à Câmara Municipal.

Com o anúncio desta candidatura inicia-se a habitual azáfama, das listas, das conversas de café, das opiniões, dos golpes e contra-golpes. E todos os partidos são experientes nisso.
Mais uma vez essa escolha caiu, à semelhança do passado, num homem que não vive no concelho.
Não tenho nada contra.
As pessoas são válidas por aquilo que são e não pelo sítio onde vivem. Reconheço no entanto que conhecendo os problemas e dificuldades "por dentro" mais fácil se torna a sua gestão e resolução.
Pouco conheço do Dr. Rui Miranda, excepto pelo pouco que convivemos há muitos anos na rua onde ambos habitávamos. Estimo-o por isso.
Exige-se que se ganhar traga uma boa liderança, e se perder marque com uma oposição forte. Contrariamente ao que tem acontecido!
Espero que a campanha que se aproxima seja digna para os castelovidenses.
Considero que o PS tinha melhores opções, mas não me devo intrometer em assuntos que não me dizem respeito. Se o PS acha que é a melhor escolha saúdo-a com o dever que a democracia me impõe.
Por agora fiquemos por aqui, à espera de outras surpresas...em todos os quadrantes.

Entrevista a Medina Carreira

Vale a pena ver e rever a entrevista de Mário Crespo ao Dr. Medina Carreira.

Deixo aqui a sugestão, e a reflexão.

terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

O que os políticos fazem para serem notícia...

É por todos sabido e notado, a sede jornalistica sobre factos que nos levem a pensar que os políticos não agem de boa fé, recebem "luvas", traficam influências e claro, aproveitam todas as oportunidades para fugir aos impostos. Aliás, essa suspeição começa, sem ofensa, a estender-se a todos os portugueses.
Poderá parecer-vos estranho, que só 15 dias depois de ter sido publicada uma notícia no Correio da Manhã, sobre o Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, eu faça aqui o meu primeiro comentário. Mas não é.
Só ontem, em sede de Assembleia Municipal, local escolhido e bem, o Presidente António Ribeiro, comentou a noticia e se justificou perante os membros da Assembleia e perante os Munícipes.
Segundo António Ribeiro, não cometeu nenhuma ilegalidade nem fugiu aos impostos. Prova disso foi a entrega de declaração de rendimentos nas finanças e a ausência de reparos por parte do Tribunal Constitucional.
Até aqui tudo bem. Aliás, todas as forças políticas representadas na Assembleia Municipal se solidariezaram com o Presidente.
O que me parece é que houve uma omissão que podia ter sido evitada. Não se trata de julgar pessoas, muito menos condená-las em praça pública, mas nos dias que correm há que ter algum cuidado com tudo aquilo que possa afectar a imagem e o bom nome dos políticos e da política.
Afinal o Presidente não fugiu aos impostos, como se falava de boca em boca em Castelo de Vide. Pois.
Não fica bem andar a alimentar perante a população, noticias que denigrem o bom nome do Presidente da Câmara, mas agora que ele se justificou, sejamos francos, há coisas que podem ser evitadas.
Mas as notícias correm depressa, e as más notícias são ainda mais rápidas.
O que eu pergunto é...Se a notícia de um jornal nacional fosse abonatória para o Presidente António Ribeiro, SERIA NOTÍCIA???

quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

A hora de Obama


foto AP/ Chuck Kennedy, Pool

terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

FELIZ NATAL



Um SANTO NATAL e um Excelente 2009 para todos os leitores deste CHUMBO.

quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

Os independentes e as Autárquicas 2009


Começa a aquecer o clima, no que diz respeito ao cenário político para o próximo ano.
2009, além das eleições legislativas e europeias, será também palco de eleições autárquicas.
Há quem diga que ainda é muito cedo para apresentar candidatos.
É também a minha opinião.
Um ano em política é uma eternidade e muita coisa pode mudar. Já não entendo que seja cedo, para internamente, os candidatos começarem a encenar estratégias e a formar listas.
Muitos rumores têm sobressaltado no nosso "burgo".
Diria mesmo, o "habitual".
Candidatos e candidatas, a candidatos e candidatas à Presidência.
Mais do mesmo. Rumores, adivinhas, "lotarias".
Quem não pensa que ainda é cedo, são alguns candidatos independentes. Concordo.
Sem o apoio dos partidos políticos torna-se mais dificil logisticamente colocar de pé uma candidatura. E digo, logisticamente.
Exemplo disso, é Madalena Tavares ( vereadora eleita pelo PS nas últimas eleições )que se apresentou candidata independente à Câmara Municipal de Marvão com o movimento " Juntos por Marvão".
Depois do que se tem passado em Marvão, mais ou menos público, esta candidatura é uma " pedrada no charco".
Penso que é uma candidatura à qual devemos estar atentos.
Políticos, Autarcas, Comentadores, Cidadãos.
Faremos a análise daqui a uns tempos. Talvez no inicio do ano.
Uma coisa é certa. As candidaturas fora do circulo dos partidos políticos começam a ganhar terreno.
O descontentamento geral com os partidos políticos abre espaço a que isso aconteça.
E algumas " guerras internas", desilusões e desacordos entre os próprios elementos das equipas assim o proporcionam, servindo as candidaturas independentes como escape e libertação.
Ainda falta um ano.
A ver vamos se mais alguma aparecerá no nosso distrito.

segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

Universidade de Verão 2008

Pelo sexto ano consecutivo, realizou-se um vez mais no nosso concelho a Universidade de Verão, evento promovido pelo Instituto Sá Carneiro, PSD e JSD.
Durante uma semana uma centena de jovens independentes e militantes da JSD fizeram formação política.

Aqui fica o resumo.













quinta-feira, 19 de Junho de 2008

Portugal-Alemanha é hoje...

Agora que a França foi eliminada, já não temos desculpa para não chegar à final.

sexta-feira, 13 de Junho de 2008

Universidade de Verão 2008

Desde 2003 que se realizam as Universidades de Verão promovidas conjuntamente pelo PSD, a JSD, o Instituto Sá Carneiro e o PPE.
Este ano não é excepção, e depois do Partido ter encontrado estabilidade, mantem-se em Castelo de Vide a reentré habitual.
Durante uma semana, de 1 a 7 de Setembro numa jornada de estudos intensivos, trabalham em conjunto uma selecção de jovens quadros de elevado potencial e um naipe de formadores e oradores de grande qualidade.

As candidaturas estão abertas aos militantes da JSD, a jovens quadros do PSD e a independentes que nas autarquias locais, no movimento estudantil, ou em qualquer outra actividade de intervenção social tenham estreitado esforços com o nosso partido.

Para ter mais informações, poderá em breve consultar o site www.jsd.pt, ou www.carloscoelho.org

Hoje é dia de Santo António de Lisboa

O grupo onomástico dos Antónios vai uma vez mais realizar a sua habitual Festa Anual, que tem vindo a efectuar desde 1982.
Este ano a comissão organizadora é formada por mim, pelo António Nunes e pelo António Raposo.
O jantar vai ter lugar no Sol e Serra Golf Hotel (20 horas) depois de uma missa a realizar pelas 18 horas na Igreja de Santo António em Castelo de Vide.
Todos os Antónios puderam fazer a sua inscrição nos vários estabelecimentos comerciais de Castelo de Vide e de Póvoa e Meadas.
Trata-se de um encontro onomástico, semelhante a outros no Concelho ( Marias, Joões, Manuéis, Josés, Nomes invulgares,etc….)
A Comissão Organizadora é nomeada anualmente no seio da própria festa e composta por 3 elementos, 1 dos quais denominado Porta-Estandarte que se responsabiliza por ser fiel depositário de um estandarte próprio do Grupo, participando todos os anos na Procissão da Ressurreição, pela Páscoa, principal Festividade em Castelo de Vide com características ecuménicas muito próprias.
Este ano gostaríamos de superar o número do ano passado, mas não me parece um objectivo atingido, face às inscrições que tivemos.
É a crise instalada e a falta de motivação que se vem sentindo ao longo destes anos.
Melhores dias virão.

sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Sondagem

Mário Patinha Antão ficou à frente na pequena sondagem que coloquei aqui há 2 semanas, com 11 votos (mais 1 do que Passos Coelho), isto num universo de 34 votos.
Assim, Passos Coelho fica em 2.º lugar, seguido por Manuela Ferreira Leite e Santana Lopes.
Vamos ver o que acontece amanhã.
Bom dia.

quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Eleições PSD


Apresentados que estão os 5 candidatos à Presidência do PSD, resolvi colocar hoje, dia em que se vai saber que Alberto João Jardim, com muita sensatez, não está na corrida,uma sondagem em que os leitores do blogue vão poder escolher a sua preferência.
Independentemente de serem ou não militantes, simpatizantes ou votantes no PSD, quero saber qual a opinião dos portugueses, e castelo-videnses em particular, sobre o que se passa no maior partido da oposição.
Patinha Antão e Manuela Ferreira Leite já visitaram o distrito de Portalegre, e aguarda-se o mesmo dos outros candidatos.
Afinal, às vezes, o interior do País existe...
Ficam os sitios na Internet para consulta:

www.manuelaferreiraleite.pt

www.antonionetodasilva.org

www.mariopatinhaantao.com

www.passoscoelho.info

www.pedrosantanalopes.com

Boa navegação

sexta-feira, 18 de Abril de 2008

A "Bomba" de Menezes


É por todos conhecido que nas últimas directas não votei Luís Filipe Menezes. Aliás, em Castelo de Vide, ninguém votou.

Votei em branco.

Considerei na altura, que nem Luís Filipe Menezes nem Luís Marques Mendes eram lideres para o PSD. Não me enganei.

Eis que passados sensivelmente 6 meses, o líder, que nunca foi, demite-se.

Quem ganha é o Partido Socialista que continua a (des)governar sem oposição.

Como é possível, que um Partido que quer ganhar em 2009 as legislativas e as autárquicas continue sem rumo?

Como é possível que a um ano e meio das autárquicas continue a indefinição de quem são os candidatos?

Menezes disse que apenas saía à força de "bomba". E saiu. Foi ele que largou a sua própria bomba. Não sei se vai a tempo de apanhar os estilhaços. Faria bem se não se recandidatasse.

Em toda esta "trapalhada" começa a habitual passerelle de candidatos a candidatos.

Eu tenho as minhas ideias bem definidas.

Apoio Pedro Passos Coelho.

Pelo seu raciocínio político. Pelo seu reconhecido trabalho à frente da JSD do meu tempo. Pela sua postura tranquila e pelo seu carácter enquanto homem.

É novo, perspicaz, tem carisma... e é social democrata.

sexta-feira, 4 de Abril de 2008

Quer ADOPTAR?...tem que PAGAR


O ministro Augusto Santos Silva vem hoje dismistificar a ideia, dizendo que apenas os mais ricos vão pagar as custas judiciais resultantes do processo de adopção.
Deixem-me ver se percebi...
Para adoptar uma criança - coisa rara em Portugal, porque os processos são tão burocráticos e demorados, que se perde a vontade - é necessário que os pais adoptivos tenham rendimentos, que as entidades achem suficientes, para manter um bom nível de vida. Ora, são precisamente esses que o Governo entende como RICOS. Os POBRES, aqueles que não têm rendimentos suficientes nem sequer podem adoptar sendo excluidos logo à partida.
Como diria o nosso selecionador nacional de futebol..." e o burro sou eu??

Como refere hoje o jornal Público "Pelo Decreto-Lei n.º 34/2008, a partir de 1 de Setembro, quem requerer uma adopção terá de pagar taxa de imediato. Como o valor fixado para este tipo de acção se situa nos 30 mil euros, a taxa corresponde a 576 euros.
"É mais um entreve à adopção", reage José Esteves Aguiar, presidente da associação de pais adoptivos Colo. O advogado, com larga experiência neste género de processos, desfaz o mito da família adoptante abastada. Recorda a história de uma empregada de limpeza, casada com um escriturário de uma pequena empresa, que se candidatou à adopção e terá, por certo, "dificuldade em pagar estas custas".
"Quanto gasta o Estado com cada criança institucionalizada?", questiona. Isentar um processo de adopção implica gastar "tanto como manter uma criança um mês numa instituição", responde. No país há mais de 12 mil menores em instituições, 1571 dos quais em situação de adoptabilidade.
O Ministério da Justiça justifica a medida com "a excessiva litigiosidade neste campo do direito e com a necessidade de acautelar uma certa contenção no recurso ao tribunal". Os especialistas recusam o argumento. O que num tribunal de família e menores pode acarretar um elevado grau de litígio é o divórcio, a regulação do poder paternal, aponta Esteves Aguiar. E a confiança judicial, acrescenta Clara Sottomayor, professora de Direito de Família.
Impõe-se averiguar se entre o adoptante e a criança vinga uma relação afectiva semelhante à filiação. É uma relação familiar constituída por sentença, "só pode decorrer em tribunal", explicou à Lusa o juiz António José Fialho, do Tribunal de Família e Menores do Barreiro. Não se compadece com meios alternativos, como a mediação ou os julgados de paz.
O ministério desdramatiza. A pessoa pagará a taxa de imediato, mas o valor é devolvido, "na parte em que não seja absorvida por eventuais encargos", como fotocópias. "No final, é uma situação equivalente a uma isenção que pode ir, no limite, até 100 por cento, dependendo da existência ou não destes encargos", esclarece o gabinete do ministro, por e-mail.
O PSD já anunciou, para o início da próxima semana, uma iniciativa legislativa para anular a decisão tomada em Conselho de Ministros. Repudiando a medida, o BE aproveitou para apontar o dedo ao PSD: os sociais-democratas votaram a favor da autorização legislativa com a qual o Governo acabou por aprovar o Decreto n.º 34/2008, isto é, o novo regulamento de custas judiciais que retira a isenção aos adoptantes.
O PCP não reagiu ontem à polémica desencadeada por uma notícia da Lusa. O CDS-PP fez-se ouvir pela voz do deputado Nuno Melo. Na sua óptica, é "paradoxal" um país que não cobra a interrupção voluntária da gravidez a pedido da mulher, até às dez semanas, cobrar uma adopção.
a O desfasamento entre a criança idealizada e a criança disponível para adopção mantém-se. Os portugueses insistem em bebés caucasianos e perfeitos. A lista nacional de adopção não engana: no universo de 2403 candidatos, 2290 preferem crianças até aos três anos, 2248 querem-nas saudáveis (apenas 151 estão dispostos a acolher uma criança com problemas de saúde ligeiros, 13 com deficiência, quatro com problemas de saúde graves) e 1996 exigem que seja caucasiana (só 177 não manifestam qualquer preferência).
A tabela referente aos menores mostra uma realidade diferente. Em Março, apenas 463 dos 1571 menores em situação de adoptabilidade contavam três anos ou menos. Só 1215 não sofriam de qualquer doença - 258 tinham problemas de saúde ligeiros, 98 problemas de saúde graves, 90 deficiência.
De acordo com a informação veiculada pelo Instituto de Segurança Social, 451 menores aguardavam uma proposta de um candidato, 135 estavam em vias de integrar uma família, 570 já estavam em período de pré-adopção, 14 tinham visto o seu projecto de vida alterado, três já tinham ultrapassado a idade-limite para serem adoptados, 398 já estavam com adopção decretada.
O número de processos findos de adopção plena e restrita duplicou entre 2004 e 2005, segundo um relatório da Procuradoria-Geral da República. O país passou de 547 para 1118 processos de adopção restrita e plena. Pela mudança legislativa, mas também pelo maior nível de eficácia dos tribunais. Em 2005, o número de processos pendentes foi inferior, apesar de o número de novos casos movimentados ser superior. Ainda não há dados de 2007. Podemos pegar nos de 2006 (997 processos) para fazer as contas. Se tivesse cobrado o máximo de custas, o Estado teria poupado 574.272 euros em 2006. A.C.P.
574
O Estado não tem muito a ganhar com a medida. Em 2006, pelos valores máximos, teria poupado 574 mil euros.


Começo a envergonhar-me deste País.

Bom fim de semana!

quinta-feira, 13 de Março de 2008

Para que se saiba...

Retirei este post escrito por Pacheco Pereira no seu blogue "Abrupto". Para que se saiba...

SETAS, COR, FUNDAÇÃO E HISTÓRIA


Neste caso, Menezes apenas prosseguiu um caminho de descaracterização iniciado por outros. Começou na JSD, ainda no tempo de Cavaco, e, depois acelerou-se com Durão Barroso continuou com Marques Mendes. Menezes deu apenas mais um passo, ao substituir o laranja pelo azul no fundo. A cor laranja, sabemos por vários relatos, foi escolhida em 1974 porque não havia outra disponível, mas a verdade é que a cor ficou como um traço forte de identidade feito pela história do PSD. Se dissermos os "laranjas", os "laranjinhas", sabe-se que falamos do PSD, se dissermos os "vermelhos" é com o PCP. Os outros "vermelhos", os do PS e os azuis, ficaram sem identidade colorida.

Apagar a cor é um passo significativo à luz dos dias do presente, mas, do ponto de vista simbólico, para o PSD é mais importante o que se passa com as setas do que com a cor. A cor tem a ver com a história, as setas com a fundação, o acto genético que para bem e para mal, é a marca de fundo do PSD. Ora as setas são três e não uma, e a sua transformação numa única significa apagar da memória do partido de onde é que vieram estas setas e por que razão Sá Carneiro e os fundadores as escolheram como símbolo.



Desenho de Cid que estava no sítio do PSD.


A origem das setas é a resistência da Frente de Bronze, de que faziam parte os social-democratas alemães, contra o nazismo, e essa génese foi descrita num texto de Pedro Roseta. Os resistentes alemães usavam as três setas para estragar o efeito da cruz gamada, e isso vinha descrito num livro de culto que era lido pelos que tinham possibilidade de o ler, porque estava proibido pela censura antes do 25 de Abril. Esse livro de Tchakhotine, A Violação das Massas pela Propaganda Política, foi certamente a fonte do símbolo, como se pode ver na reprodução aqui ao lado de uma das gravuras do livro. As três setas eram de um modo geral desenhadas de cima para baixo (quando virei a bandeira do PSD estava mais perto do seu símbolo do que com esta coisa ...) e significavam por parte dos fundadores a procura de uma fonte de legitimidade política para o partido, que não tivesse uma raiz marxista (como no PCP e no PS), nem conservadora. Essa procura resultou num híbrido muito especial entre o personalismo cristão, o liberalismo político e a social-democracia. Esse híbrido foi feito pela história do PSD, o "programa não escrito", e cortar qualquer uma das suas componentes genéticas é alterar o carácter do partido. Pode parecer incómodo para muita gente que as três setas sejam as mesmas do cartaz do lado, mas a história é assim, é o que é, e deixa marcas. Sem as marcas, somos outra coisa. Fazê-lo por razões de marketing, imagem e publicidade, indo para a seta única, substituindo as "antiquadas" três setas, como o PS fez com o punho, e pintar o partido do estandardizado azul (na verdade o mesmo azul da CDU e pelas mesmas razões), significa ou ignorância, ou novo riquismo deslumbrado, ou as duas coisas. Não sei se foi esta "mudança de imagem", a da setinha rabiante, , que a Somague pagou ilegalmente ao PSD. Se foi, foi um bonito serviço.



Se querem modernizar as setas, são as três setas que têm que modernizar e não uma. Se querem des-laranjar o partido têm que encontrar melhores razões do que o marketing. Se querem fazer um "novo partido", deixem este aos que ainda são fiéis ao legado de Sá Carneiro.

terça-feira, 11 de Março de 2008


No passado sábado, o Conselho Nacional do PSD aprovou por maioria alterações ao regulamento interno do partido.
Uma delas, prende-se com o pagamento de quotas.
É verdade, que actualmente este pagamento se torna dificil e demasiadamente burocrático.
Para quem desconhece o processo em vigor, o pagamento de quotas é feito por cheque do próprio militante ou vale postal onde deve constar uma referência, de modo a identificar o mesmo, ou então por pagamento automático em qualquer Caixa Multibanco usando a mesma referência, ou ainda por tranferência bancária. O pagamento deve ser feito até 10 dias antes da eleição.
Ora isto leva a que os militantes que percam a referência se deparem com um problema ao tentar regularizar a sua situação em tempo útil.
Lembro que, muito por culpa deste sistema, a concelhia de Castelo de Vide teve nas últimas eleições directas apenas 18 militantes a votar.
E isto eu sei que não é, de todo, funcional.
O que também não me parece correcto, é que os militantes possam pagar em dinheiro as suas quotas no dia em que são chamados a escrutinar seja o que for, dando um aspecto de ida às compras, em que a Mesa da Assembleia se torna num balcão de atendimento público, ou numa tesouraria do partido.
Mais uma vez esta situação pode levar à angariação de militantes com as quotas em atraso, para votarem em quem, em boa hora, lhe possa "adiantar" um dinheirinho para lhes pagar as quotas.

segunda-feira, 10 de Março de 2008


Acho que é uma mensagem simples, de fácil entendimento, mas de enormíssima importância. Devemos partilhá-la com os nossos filhos, amigos, primos, sobrinhos, porque eles, talvez assim, entendam mais facilmente o que lhes dizemos vezes sem conta.
Não sei se a história é real, mas deve servir de exemplo, não o final feliz, mas a forma armadilhada como pessoas mal intensionadas obtêm informações de menores.
António José Maldonado


A todos os pais, adolescentes e demais.
Para ler, divulgar e pensar muito bem no assunto.
Sei que é longo mas é IMPORTANTE.

Após deixar os livros no sofá , ela decidiu lanchar e entrar on-line.
Assim, ligou-se com o seu nome de código (nick): Docinho14.
Procurou na sua lista de amigos e viu que Meteoro123 estava ligado.
Enviou-lhe uma mensagem instantânea:
Doçinho14: Oix. Que sorte estares aí! Pensei que alguém me seguia na Rua hoje. Foi mesmo esquisito!
Meteoro123: Lol. Vês muita TV. Por que razão alguém te seguiria? Não moras num local seguro da cidade?
Docinho14; Com certeza. Lol. Acho que imaginei isso porque não vi ninguém quando me virei.
Meteoro123: A menos que tenhas dado o teu nome online. Não fizeste isso, pois não?
Docinho14: Claro que não. Não sou idiota, já sabes.
Meteoro123: Jogaste vólei depois das aulas, hoje?
Docinho14: Sim e ganhamos!
Meteoro123: Óptimo! Contra quem?
Docinho14: Contra as Vespas do Colégio da Sagrada Família. LOL. Os uniformes Delas são um nojo! Pareciam abelhas. LOL
Meteoro123: Como se chama a tua equipa?
Docinho14: Somos os Gatos de Botas. Temos garras de tigres nos uniformes. São impecáveis.
Meteoro123: Jogas ao ataque?
Docinho14: Não, jogo à defesa. Olha: tenho que ir. Tenho que fazer os TPC antes que cheguem os meus pais. . Xau!
Meteoro123: Falamos mais tarde. Xau.

Entretanto, Meteoro123 foi à lista de contactos e começou a pesquisar sobre o Perfil dela. Quando apareceu, copiou-o e imprimiu-o.
Pegou na caneta e anotou
O que sabia de Docinho até agora.
Seu nome: Susana
aniversário: Janeiro 3, 1993.
Idade.: 13.
Cidade onde vive: Porto.
Passatempos: vólei , inglês, natação e passear pelas lojas.
Além desta informação sabia que vivia no centro da cidade porque lho tinha contado recentemente.
Sabia que estava sózinha até às 6.30 todas as tardes até que os pais voltassem do trabalho.
Sabia que jogava vólei às quintas-feiras de tarde com a equipa do colégio, os Gatos de Botas.
O seu número favorito, o 4, estava estampado na sua camisola.
Sabia que estava no oitavo ano no colégio da Imaculada Conceição.
Ela tinha contado tudo em conversas online.

Agora tinha informação suficiente para encontrá-la.

Susana não contou aos pais sobre o incidente ao voltar do parque.
Não queria que ralhassem com ela e a impedissem de voltar dos jogos de vólei a pé.
Os pais sempre exageram e os seus eram os piores.
Ela teria gostado não ser filha única.
Talvez se tivesse irmãos, os seus pais não tivessem sido tão superprotectores.

Na quinta-feira, Susana já se tinha esquecido que alguém a seguira.
O seu jogo decorria quando, de repente, sentiu que alguém a observava.
Então lembrou-se.
Olhou e viu um homem que a observava de perto.
Estava inclinado contra a cerca na arquibancada e sorriu quando o viu.
Não parecia alguém de quem temer e rapidamente desapareceu o medo que sentira.
Depois do jogo, ele sentou-se num dos bancos enquanto ela falava com o treinador.
Ela apercebeu-se do seu sorriso mais uma vez quando passou ao lado.
Ele acenou com a cabeça e ela devolveu-lhe o sorriso.
Ele confirmou o seu nome nas costas da camisola.
Sabia que a tinha encontrado.
Silenciosamente, caminhou a uma certa distância atrás dela.
Eram só uns quarteirões até casa dela.
Quando viu onde morava voltou ao parque e entrou no carro.
Agora tinha que esperar.
Decidiu comer algo até que chegou a hora de ir à Casa da menina.
Foi a um café e sentou-se.

Mais tarde, essa noite, Susana ouviu vozes na sala."Susana, vem cá!", chamou o seu pai.
Parecia perturbado e ela não imaginava porquê.
Entrou na sala e viu o homem do parque no sofá. "Senta-te aí",disse-lhe o pai, "este senhor nos acaba de contar uma história muito Interessante sobre ti".
Susana sentou-se.
Como poderia ele contar-lhes qualquer coisa? Nunca o tinha visto senão nesse mesmo dia! "Sabes quem sou eu?" perguntou o homem.
"Não", respondeu Susana.
"Sou polícia e teu amigo do Messenger - Meteoro123".
Susana ficou pasmada. "É impossível! Meteoro123 é um rapaz da minha idade! Tem 14 e mora em Braga!".
O homem sorriu.
"Sei que te disse tudo isso, mas não era verdade.
Repara, Susana, há gente na Internet que se faz passar por miudos; eu era um deles.
Mas enquanto alguns o fazem para molestar crianças e jovens, eu sou de um grupo de pais que o faz para proteger as crianças dos malfeitores.
Vim para te ensinar que é muito perigoso falar online.
Contaste-me o suficiente sobre ti para eu te achar facilmente.
Deste-me o nome da tua escola, da tua equipa e a posição em que jogas.
O número e o teu nome na camisola fizeram com que te encontrasse facilmente.
Susana gelou. "Quer dizer que não mora em Braga?".
Ele riu-se:"Não, moro no Porto.
Sentiste-te segura achando que morava longe, não é?"
"Tenho um amigo cuja filha não teve tanta sorte: foi assassinada enquanto estava sozinha em casa.
Ensinam-se as crianças e jovens a não dizer a ninguém quando estão sozinhos, porém contam isso a toda a gente pela internet.
As pessoas maldosas enganam e fazem-se passar por outras para tirar informação de aqui e de lá online.
Antes de dares por isso, já lhes contaste o suficiente para que te possam achar sem que te apercebas.
Espero que tenhas aprendido uma lição disto e que não o faças de novo.
Conta aos outros sobre isto para que também possam estar seguros".

"Prometo que vou contar!".

quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008

Presidente Ramos Horta. Não tem de quê!




Confesso que me sinto orgulhoso.


Não por algo que tenha feito ou me tenham dito. Pelo contrário.


Sinto-me orgulhoso por alguém, que no desempenho das suas funções, por fazer algo que lhe competia, é por isso reconhecido, e mais, elogiado.


Claro que falo do Enfermeiro Jorge Marques, meu colega de profissão, com o qual partilhei o mesmo local de trabalho, o trabalho e os problemas do dia-a-dia que nos surgiam.


O Jorge sempre foi empenhado no que fez, sempre viveu a profissão com a devida responsabilidade e com a sede de melhorar tudo o que faz.


Por circunstâncias anormais, próprias de quem lida com a vida humana, teve a clareza de raciocinio e rapidez de actuação que lhe são próprias para prestar os primeiros cuidados ao Presidente da Républica de Timor.


Só enaltece a Enfermagem, o nosso País e a forma como nos posicionamos no Mundo.


Parabéns Jorge. És motivo de orgulho. E como disseste humildemente e muito bem, " ...prestei-lhe os cuidados como se de qualquer outra pessoa se tratasse." É a isto que a nossa Enfermagem nos habituou.

quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

Ano de 2008 vai ser pior?

Quando hoje abri a página deste blogue, reparei com admiração que por coincidência pura, o contador de visitas marcava o número 2008. Engraçado. Exactamente o ano que agora começa.
Um ano por sinal, que os visitantes do blogue consideram, em grande percentagem na última sondagem (85%), que vai ser pior para o nosso Concelho. Mas porquê? É a próxima questão...

Bom dia!

sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007


A todos os leitores do Chumbo em particular e a todos os
Castelo-videnses em geral,
FELIZ 2008,
com votos de prosperidade e repleto de felicidade.

quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007



No passado dia 20, foram aprovados em Assembleia Municipal, as Grandes Opções do Plano / Plano Plurianual de Investimentos / Plano de Actividades Municipais para os anos 2008/2011 e o Orçamento para o ano de 2008, com os votos favoráveis do PSD, abstenções do PS e um voto contra do Líder da bancada socialista.


Documentos que tiveram significativas melhorias na sua apresentação, tornando-se mais fácil de ler e de compreender.
Quero felicitar o Partido Socialista, que pela voz dos Srs. Vereadores, deram um voto de confiança ao trabalho que está a ser desenvolvido, e mostraram que há tempo para a divisão, mas também para a união, coisa aliás que raramente acontece.
Pela primeira vez na presidência de António Ribeiro estes documentos são aprovados em reunião de Câmara por unanimidade, o que é relevante para o município, ao contrário do que aconteceu em Assembleia Municipal, cuja bancada socialista discordou dos seus vereadores.
É certo que a colaboração dos partidos da oposição foi importante, mesmo sabendo que a maioria das sugestões apresentadas já estavam previstas e contempladas pela maioria do executivo, mas que não retira a bondade das propostas.
Os tempos que passamos não se afiguram fáceis. Aliás penso que desde que tomou posse tal nunca aconteceu. António Ribeiro sempre presidiu contra a maré cheia de medidas impostas pelo Governo Central, de contenção, apreensão, e desilusão.
A dependência da Administração Central, e dos Fundos Comunitários, nomeadamente do QREN, exigem maior trabalho e melhor definição de prioridades.
Estes documentos são talvez os mais realistas dos últimos anos. Sem embarcar em ilusões, retratam verdadeiramente o que uma autarquia como esta pode fazer.
Tenho que concordar que não é muito. Gostaría de ver mais. Gostaría de ter mais para este concelho.
Não é o ideal, é o possível.
Mas gostaría de destacar alguns pontos que me parecem importantes:
No que diz respeito aos Serviços Gerais da Administração Pública.
-Revisão e reestruturação do quadro de pessoal e Revisão das situações de promoção e progressão das carreiras profissionais: Continuo a achar que a Câmara deve arranjar soluções para o crescimento do emprego no Concelho, e não deve ser ela a maior empregadora, no entanto compreendo a necessidade de pessoal qualificado para o bom desempenho dos serviços e principalmente com a necessidade de estabelecer medidas que motivem os trabalhadores desta autarquia, dando-lhe melhores condições de trabalho e premiando aqueles que mais e melhor trabalhem.
-Implementação do Plano de marketing e de comunicação do município: é urgente colocar em curso este plano, sob risco de nos depararmos com uma falta de informação ou informação errada, que traz habitualmente consequências negativas às boas práticas do município por omissão da sua correcta divulgação.
No que diz respeito à Segurança, Ordem Pública e Cidadania.
-Criação de um regulamento de trânsito: Temos vindo, - e digo temos, porque o PS e a CDU também o têm feito - a chamar a atenção para o problema de trânsito em Castelo de Vide que já deveria ter sido resolvido há muito tempo.
Relativamente à Educação, Saúde e Assistência Social.
-Colaboração na implementação do Centro de Formação Avançada Mouzinho da Silveira, através da formalização de protocolo de cooperação entre as partes interessadas: A autarquia deve na minha opinião acompanhar de perto este Centro de Formação que começa agora a dar os primeiros passos. Esse acompanhamento não se deve limitar ao seu apoio financeiro, mas sim a um acompanhamento que zele pelos interesses dos habitantes do nosso concelho, nomeadamente pela sua formação.
-Atribuição de bolsas de estudo para alunos carenciados: Muito se tem falado sobre este assunto. Queremos que fique bem claro. O PSD nunca foi contra a atribuição de bolsas de estudo, mas sim contra à forma como este processo foi conduzido.
-Comparticipação em despesas de saúde a estratos sociais desfavorecidos: Todos sabemos das dificuldades financeiras em que vive o nosso País, principalmente os mais idosos, com um Governo a insistir em míseras reformas e a fazer propaganda de um acréscimo do salário mínimo, dos mais baixos da Europa, como se o valor de 426,50€ fosse a melhor prenda de Natal do planeta. É bem-vinda esta comparticipação.
-Finalização da requalificação do largo do Lar da 3.ª idade de Póvoa e Meadas
-Dinamização do Banco de Voluntariado do concelho em parceria com a entidade impulsionadora da Santa Casa da Misericórdia: O apoio à 3.ª idade e aos nossos idosos tem que obrigatoriamente ser uma prioridade. O Município de Castelo de Vide deve trabalhar arduamente em conjunto com a Fundação Nossa Senhora da Esperança, com o Lar de Póvoa e Meadas e principalmente com a Santa Casa da Misericórdia, que é a que neste momento tem as piores condições e os idosos com maiores necessidades.
Habitação, Ordenamento do Território e Acessibilidades.
-Continuação do processo de revisão do PDM: este documento estratégico deve ser trabalhado com o máximo de cuidado, assim como o Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação. As características do nosso concelho obrigam a uma harmonia impar, e face às dificuldades sentidas, chamo a atenção para a necessidade urgente da Zona Industrial. O funcionamento desta era para ontem, e parece-me incrivelmente atrasada.
-Requalificação da Rua Bartolomeu Álvares da Santa: não a entendo como uma prioridade.
Turismo, Cultura, Património e Desporto.
-Reabertura do cinema no Cineteatro Mouzinho da Silveira:Depois da difícil compreensão por parte da população em relação a esta medida vem em boa hora o inicio das sessões de cinema em Castelo de Vide. Com toda a certeza que a população irá acolher de braços abertos esta medida e valorizar o esforço que foi feito para tornar este acontecimento uma realidade.
Ambiente
-Implementação da equipa de Sapadores Municipais.
Indústria e Energia
-Dinamização de empresas de inserção social no concelho

Enfim, diversas acções que espero que se concretizem para bem de todos.

O Partido Socialista e a Coligação Democrática Unitária, têm enfatizado a enorme vontade de colaborar em prol do Concelho e dos Munícípes. Têm apresentado propostas que consideram úteis para o seu desenvolvimento.


Mas......




Bom ano de 2008.

quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

Um presente de Natal

Ora aqui fica uma sugestão para este Natal.

O apadrinhamento de uma criança.

A Organização merece-me toda a credibilidade....e afinal, custa tão pouco.

www.ccspt.org

Vai ver que vale a pena.

quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

Depois de ter estado 2 semanas sem nada publicar - por motivos vários - neste espaço, eis que descobri um post de Pedro Santana Lopes no seu Blog, que me atrevi a copiar e a partilhar convosco, habitantes de uma zona fronteiriça, que bastante tem sentido e também aproveitado, as diferenças de carga fiscal, nomeadamente do IVA, relativamente a Espanha.

O nosso Governo, continua a não querer ver o que está à vista.

"CRIAR RIQUEZA
Pedro Lamy ganhou um relevante título mundial em Le Mans; a EDP ganhou um relevante prémio internacional a propósito da reestruturação da sua central de compras; a GALP tem 10% num consórcio que nos seus trabalhos de prospecção, descobriu uma das maiores reservas de petróleo do Mundo.
São notícias destas que fazem bem a quem as ouve. Portugal precisa de sentir que os esforços continuados valem a pena e que o mérito é reconhecido.
Há poucos minutos publiquei umas palavras de um Português que está a fazer o seu doutoramento em Kiel, na Alemanha( também com uma Bolsa de estudo da DAAD) e que confessa, com 29 anos, não ver muitas hipóteses de regressar.
Ontem enquanto almoçava, já tarde, numa cervejaria de Lisboa, veio uma pessoa cumprimentar-me à mesa, com palavras simpáticas de incitamento. Disse-me, a propósito de uma das questões que coloquei ao Primeiro- Ministro, que hoje ia celebrar a escritura da sua empresa em Espanha. Quando lhe perguntei a razão, disse-me que não tolera mais o peso da carga fiscal, nomeadamente do IVA. Por isso, escolheu uma cidade fronteiriça, no Centro de Espanha e será lá que pagará as suas contribuições. Contou-me quanto pagou de IVA nos dois últimos anos. Um número impressionante. E que depois lhe tinham escrito a anunciar uma penhora por um atraso de 2.000 Euros.
Cada vez se ouvem mais casos destes. Por isso, perguntei a José Sócrates se já tinha feito as contas a quanto se está a financiar o Orçamento de Espanha, com as deslocalizações de actividades económicas para o outro lado da fronteira. Num País periférico, com uma dimensão e uma força económica muito superiores, ainda mais cuidado é preciso com essas disparidades. Por isso falei e falo em erros graves de governação. Erros nas decisões, que afectam seriamente a competitividade das empresas portuguesas, neste caso, a sua capacidade de concorrer no mercado interno mas, também, indirectamente, no plano externo.
O País precisa de crescer. Só o pode fazer com um clima de motivação para trabalhadores e empresários. Só um quadro favorecedor do investimento privado, em sectores que gerem valor acrescentado efectivo, poderá dar sustentabilidade ao crescimento que se deseja para a nossa economia.
O Governo, tendo guardado o início de aplicação do QREN( novo Quadro Comunitário) para 2008, terá disponibilidades financeiras alargadas. Mas com os valores da Despesa que apresentou, não tem margem para fazer crescer muito o investimento público. Nunca conseguimos negociar, com sucesso, um regime diferenciado para as despesas de investimento verdadeiramente reprodutivo, o que se traduz num dos maiores erros de todo este período de regras e recursos da União Europeia.
Mas vamos ganhando em várias frentes. Temos muitos Portugueses a darem o exemplo e a conseguirem ter sucesso. Muitos mais querem acreditar num futuro mais próspero em Portugal."

quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

Pagar para estacionar? NÃO!


Concorda com a colocação de parquímetros em Castelo de Vide como forma de regular o estacionamento em algumas zonas?


Foi esta a pergunta que foi aqui colocada durante duas semanas.


A grande maioria ( 67%) não concorda com a existência de parquimetros no nosso Concelho. Apenas 33% é favorável.


Isto num universo de 28 colaborações. Continua a ser pouco.


Numa coisa estaremos de acordo. Queremos cada vez mais o carro à porta de casa. Coisa difícil no futuro.


Bom dia.

quinta-feira, 18 de Outubro de 2007


O Rancho Folclórico Nossa Senhora da Alegria, vai realizar amanhã mais uma desfolhada de milho, pelas 21,30h, nos Paços do Concelho.
Como já vai sendo hábito, a desfolhada conta com o apoio logístico da Câmara Municipal e com a colaboração de pessoas da nossa terra, que em boa hora disponibilizaram o milho para que tal recreação fosse possivel.
É mais um momento de festa, associado ao são convívio com a arte de tornar vivas as tradições que ao longo de vários anos se realizaram no nosso Concelho.
A crescente adesão de pessoas ao Rancho Folclórico tem tornado possivel estes eventos, assim como a participação nos diversos Festivais de Folclore realizados em todo o País.
Felizmente que o Rancho se encontra de boa saúde, e já lá vai o tempo em que era preciso ir bater à porta dos componentes para participarem nas actividades.
Só com a boa vontade que tem sido demonstrada pelos componentes tem sido possivel cumprir com os objectivos propostos.
Há no entanto muito trabalho a fazer...
Fica o convite a todos os que queiram participar.
Bem Hajam.

segunda-feira, 15 de Outubro de 2007


Mais um Congresso do PSD, que foi tudo menos o "entronar" do líder.


Durante o fim de semana, os militantes do PSD reuniram-se em Torres Vedras para debater o futuro do Partido e do País.


Confesso que gostei do discurso inicial de Luis Filipe Menezes. Um discurso virado para fora, pragmático, mas quanto a mim demasiado fracturante, ou seja, um discurso que tinha o objectivo de reunir consensos, mas que ao mesmo tempo apontava os defeitos do anterior líder.


Miguel Relvas referiu que o discurso de Luis Filipe Menezes ao incentivar os delegados e militantes à pluralidade de opiniões, nomeadamente na formação de listas ao Conselho Nacional, esvaziava o seu próprio poder.Concordo. Mas também me parece que o Congresso é o sitio certo para o Líder se esvaziar do seu próprio poder e ter a capacidade de conviver com as diferentes ideias, que mesmo dissonantes se podem revelar úteis no futuro. Não é fora do Partido, é dentro do Partido que tal deve acontecer.


Foi uma opção, mas que à semelhança do que se passou durante o Congresso, não conseguiu o seu objectivo major. Unir o Partido.


Também não era tarefa fácil, depois de uma eleições directas acutilantes.


Muitos se queixaram da dificuldade em chegar junto do líder, mas Luis Filipe Menezes tinha deixado bem claro, que a formação das listas ao Orgãos Nacionais seriam da sua inteira responsabilidade e não sucumbiria a pressões.


Estranha, a inclusão de Zita Seabra como vice-presidente.


Novidade as propostas, face à realização de uma nova Constituição e não uma revisão, e a de aumentar os poderes do Presidente da República. Parecem-me boas propostas. Talvez o PSD tenha outras prioridades, mas Luis Filipe Menezes conseguiu pelos menos chamar a atenção com estas novas ideias, dando timming e espaço político, e que valem por serem diferentes.


Veremos o percurso deste novo PSD, que terá a meu ver, que ser reavaliado antes do período eleitoral próximo. Aquilo que Menezes poderá fazer no Partido dependerá da forma como a Sociedade Portuguesa o aceitar enquanto líder da oposição.


Com toda a certeza algumas distritais e concelhias irão ter consequências porque são as mais próximas da população.


Presente , muito presente, esteve Pedro Passos Coelho, que se apresentou com uma sobriedade notável e uma clareza de raciocinio que não passou despercebida à comunicação social.


É sem dúvida um novo ciclo. Nunca as bases tinham sido chamadas para escolher um líder. É delas a responsabilidade. Cabe a Luís Filipe Menezes não as desiludir.


O País continua à espera.

sexta-feira, 12 de Outubro de 2007

Congresso...a vitamina Laranja


Começa hoje mais um Congresso do PSD.

O XXX Congresso Nacional do Partido Social Democrata realiza-se em Torres Vedras e Luis Filipe Menezes será "entronizado" como líder do maior Partido da Oposição.

Um Luis que se quer vitaminado.

O País de olhos bem abertos, aguarda soluções rápidas de uma oposição que pretende forte, no combate às políticas (agora menos populares) do Governo do Partido Socialista.

Numa altura (e não é por acaso) que José Sócrates anuncia medidas benéficas para os funcionários públicos, Luis Filipe Menezes deve anunciar Pedro Santana Lopes como lider da bancada parlamentar. Na minha opinião a melhor escolha para os tempos que se avizinham.

Até porque se ganhar em 2009 é "O Objectivo" é bom que a voz parlamentar se faça ouvir a bom tom. O partido precisa disso e os portugueses exigem isso. É certo que com maiorias absolutas as vozes da oposição se tornam mais débeis, mas tenho a certeza que os portugueses estão cada vez mais arrependidos desta maioria "absolutista".

O resto já se sabe. " Lealdade para com o líder... O partido precisa estar unido...Sempre apoiei o Dr. Menezes....blá, blá, blá..." vem-nos à memória uma(s) frase(s) batida(s).

Hoje é o primeiro dia do resto da vida de Luis Filipe Menezes à frente do PSD.

Existem opositores a Luis Filipe Menezes...e ele conhece-os um a um.

E já agora...vai haver surpresas nas listas.

Boa Sorte ao PSD e principalmente Bom Trabalho...para bem do País.


quinta-feira, 11 de Outubro de 2007

Há vida para além do défice?


Sócrates antecipa cumprimento das regras de Bruxelas
Défice orçamental nos 3% já este ano
O primeiro-ministro revelou hoje que Portugal levou apenas dois anos para entrar nos eixos e satisfazer as regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento.
O défice das contas públicas vai ficar nos 3% do produto interno bruto (PIB) já este ano. O anúncio foi feito hoje pelo primeiro-ministro, José Sócrates, após a aprovação do Orçamento do Estado (OE) para 2008 pelo Conselho de Ministros. Portugal antecipa, assim, em um ano o cumprimento das regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC), quando a previsão inicial era de que o défice ficasse nos 3,3%, em 2007. Apesar da folga, o Governo mantém a meta de 2,4% de défice para 2008, já que o Orçamento para o próximo ano - que será apresentado amanhã na Assembleia da República - aposta "também no investimento público, que é decisivo para relançar a economia", adiantou Sócrates. A projecção avançada pelo primeiro-ministro tem por base os dados da execução orçamental que já estão fechados até Setembro e que permitiram ao Ministério das Finanças antecipar o valor do défice orçamental para o final do ano.

"Em apenas dois anos baixámos o défice de 6 para 3%", salientou o primeiro-ministro, aproveitando para dar "os parabéns a todos os portugueses que trabalharam para este objectivo". O agradecimento foi particularizado para os funcionários públicos - alvo da mobilidade especial - "porque foram os que mais contribuíram este resultado". E foi mais longe: "reconhecemos esse esforço e tudo faremos para que não percam poder de compra no próximo ano" - note-se que as negociações salariais da Função Pública arrancam já para a semana. "A partir do próximo ano deixamos de ser um país com um défice excessivo", acrescentou. Além disso, reforçou Sócrates, os 2,4% estimados para 2008 representam o défice mais baixo desde 1975.

O primeiro-ministro revelou também que a dívida pública deverá registar uma contracção de 64,8 para 64,4% do PIB. "Dirão que a descida é pequena, mas será a primeira em sete anos".

Sobre o OE de 2008 revelou ainda que "manterá a linha de rigor, mas será também um orçamento que visa dar resposta à nossa economia". A área social será privilegiada, sobretudo no que se refere a políticas de natalidade e de apoio aos idosos.


Excelente noticia. E a que custo! Esperamos para ver...

terça-feira, 9 de Outubro de 2007

Chegou ao fim, a 1.ª votação neste blogue, expressando a opinião dos seus (ainda poucos) visitantes sobre a obra prioritária a realizar no nosso concelho.

De pouco ou nada valerão os resultados apresentados, porque o universo é demasiado pequeno.

Apenas 46 votos, que não conseguem legitimar a vontade maioritária.

Voltaremos à carga.

Por agora ficam os resultados, em respeito por aqueles que contribuiram.

Em 46 votantes, 16 (34%) acham que a obra prioritária em Castelo de Vide devia ser um Parque Industrial. Muito perto, com 15 votos (32%) pensam que a melhor solução seria a requalificação das termas. A variante a Castelo de Vide, uma intervenção na Barragem de Póvoa e Meadas e a Requalificação da Carreira de Cima tiveram 5 votos (10%), 1 voto (2%) e 9 votos (19%) respectivamente. Fica o apontamento.

Obrigado. Continuem a votar.

Abraço.