
É por todos conhecido que nas últimas directas não votei Luís Filipe Menezes. Aliás, em Castelo de Vide, ninguém votou.
Votei em branco.
Considerei na altura, que nem Luís Filipe Menezes nem Luís Marques Mendes eram lideres para o PSD. Não me enganei.
Eis que passados sensivelmente 6 meses, o líder, que nunca foi, demite-se.
Quem ganha é o Partido Socialista que continua a (des)governar sem oposição.
Como é possível, que um Partido que quer ganhar em 2009 as legislativas e as autárquicas continue sem rumo?
Como é possível que a um ano e meio das autárquicas continue a indefinição de quem são os candidatos?
Menezes disse que apenas saía à força de "bomba". E saiu. Foi ele que largou a sua própria bomba. Não sei se vai a tempo de apanhar os estilhaços. Faria bem se não se recandidatasse.
Em toda esta "trapalhada" começa a habitual passerelle de candidatos a candidatos.
Eu tenho as minhas ideias bem definidas.
Apoio Pedro Passos Coelho.
Pelo seu raciocínio político. Pelo seu reconhecido trabalho à frente da JSD do meu tempo. Pela sua postura tranquila e pelo seu carácter enquanto homem.
É novo, perspicaz, tem carisma... e é social democrata.
1 comentários:
Meu caro amigo António,
Do Oeste de Portugal venho aqui deixar uma mensagem de amizade e de compreensão.
O Dr. Pedro Passos Coelho, para nós o Pedro Passos, representa uma lufada de ar fresco na Política Portuguesa. Quando o vi no Canal 2 no Programa diga lá Excelência, verifiquei que era com aquele que conseguiríamos caminhar de novo em Portugal. É tempo de deixar os modelos importados, e assumir-nos com as grandes diferenças.
Somos sociais-democratas de génese Portuguesa e não importamos modelos do exterior! Para nós, temos de dar ao Estado um poder mais regulador mas ao mesmo tempo mais leve...é neste equilíbrio que vejo o Pedro. Alguém com a serenidade suficiente, com astúcia política e com uma imagem renovada do cinzentismo Político em Portugal.
Aceita um abraço amigo de alguém que não te vê há imenso tempo e que, talvez o destino, nos fez caminhar lado a lado de novo.
Helder Renato
Enviar um comentário