quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

Pagar para estacionar? NÃO!


Concorda com a colocação de parquímetros em Castelo de Vide como forma de regular o estacionamento em algumas zonas?


Foi esta a pergunta que foi aqui colocada durante duas semanas.


A grande maioria ( 67%) não concorda com a existência de parquimetros no nosso Concelho. Apenas 33% é favorável.


Isto num universo de 28 colaborações. Continua a ser pouco.


Numa coisa estaremos de acordo. Queremos cada vez mais o carro à porta de casa. Coisa difícil no futuro.


Bom dia.

quinta-feira, 18 de Outubro de 2007


O Rancho Folclórico Nossa Senhora da Alegria, vai realizar amanhã mais uma desfolhada de milho, pelas 21,30h, nos Paços do Concelho.
Como já vai sendo hábito, a desfolhada conta com o apoio logístico da Câmara Municipal e com a colaboração de pessoas da nossa terra, que em boa hora disponibilizaram o milho para que tal recreação fosse possivel.
É mais um momento de festa, associado ao são convívio com a arte de tornar vivas as tradições que ao longo de vários anos se realizaram no nosso Concelho.
A crescente adesão de pessoas ao Rancho Folclórico tem tornado possivel estes eventos, assim como a participação nos diversos Festivais de Folclore realizados em todo o País.
Felizmente que o Rancho se encontra de boa saúde, e já lá vai o tempo em que era preciso ir bater à porta dos componentes para participarem nas actividades.
Só com a boa vontade que tem sido demonstrada pelos componentes tem sido possivel cumprir com os objectivos propostos.
Há no entanto muito trabalho a fazer...
Fica o convite a todos os que queiram participar.
Bem Hajam.

segunda-feira, 15 de Outubro de 2007


Mais um Congresso do PSD, que foi tudo menos o "entronar" do líder.


Durante o fim de semana, os militantes do PSD reuniram-se em Torres Vedras para debater o futuro do Partido e do País.


Confesso que gostei do discurso inicial de Luis Filipe Menezes. Um discurso virado para fora, pragmático, mas quanto a mim demasiado fracturante, ou seja, um discurso que tinha o objectivo de reunir consensos, mas que ao mesmo tempo apontava os defeitos do anterior líder.


Miguel Relvas referiu que o discurso de Luis Filipe Menezes ao incentivar os delegados e militantes à pluralidade de opiniões, nomeadamente na formação de listas ao Conselho Nacional, esvaziava o seu próprio poder.Concordo. Mas também me parece que o Congresso é o sitio certo para o Líder se esvaziar do seu próprio poder e ter a capacidade de conviver com as diferentes ideias, que mesmo dissonantes se podem revelar úteis no futuro. Não é fora do Partido, é dentro do Partido que tal deve acontecer.


Foi uma opção, mas que à semelhança do que se passou durante o Congresso, não conseguiu o seu objectivo major. Unir o Partido.


Também não era tarefa fácil, depois de uma eleições directas acutilantes.


Muitos se queixaram da dificuldade em chegar junto do líder, mas Luis Filipe Menezes tinha deixado bem claro, que a formação das listas ao Orgãos Nacionais seriam da sua inteira responsabilidade e não sucumbiria a pressões.


Estranha, a inclusão de Zita Seabra como vice-presidente.


Novidade as propostas, face à realização de uma nova Constituição e não uma revisão, e a de aumentar os poderes do Presidente da República. Parecem-me boas propostas. Talvez o PSD tenha outras prioridades, mas Luis Filipe Menezes conseguiu pelos menos chamar a atenção com estas novas ideias, dando timming e espaço político, e que valem por serem diferentes.


Veremos o percurso deste novo PSD, que terá a meu ver, que ser reavaliado antes do período eleitoral próximo. Aquilo que Menezes poderá fazer no Partido dependerá da forma como a Sociedade Portuguesa o aceitar enquanto líder da oposição.


Com toda a certeza algumas distritais e concelhias irão ter consequências porque são as mais próximas da população.


Presente , muito presente, esteve Pedro Passos Coelho, que se apresentou com uma sobriedade notável e uma clareza de raciocinio que não passou despercebida à comunicação social.


É sem dúvida um novo ciclo. Nunca as bases tinham sido chamadas para escolher um líder. É delas a responsabilidade. Cabe a Luís Filipe Menezes não as desiludir.


O País continua à espera.

sexta-feira, 12 de Outubro de 2007

Congresso...a vitamina Laranja


Começa hoje mais um Congresso do PSD.

O XXX Congresso Nacional do Partido Social Democrata realiza-se em Torres Vedras e Luis Filipe Menezes será "entronizado" como líder do maior Partido da Oposição.

Um Luis que se quer vitaminado.

O País de olhos bem abertos, aguarda soluções rápidas de uma oposição que pretende forte, no combate às políticas (agora menos populares) do Governo do Partido Socialista.

Numa altura (e não é por acaso) que José Sócrates anuncia medidas benéficas para os funcionários públicos, Luis Filipe Menezes deve anunciar Pedro Santana Lopes como lider da bancada parlamentar. Na minha opinião a melhor escolha para os tempos que se avizinham.

Até porque se ganhar em 2009 é "O Objectivo" é bom que a voz parlamentar se faça ouvir a bom tom. O partido precisa disso e os portugueses exigem isso. É certo que com maiorias absolutas as vozes da oposição se tornam mais débeis, mas tenho a certeza que os portugueses estão cada vez mais arrependidos desta maioria "absolutista".

O resto já se sabe. " Lealdade para com o líder... O partido precisa estar unido...Sempre apoiei o Dr. Menezes....blá, blá, blá..." vem-nos à memória uma(s) frase(s) batida(s).

Hoje é o primeiro dia do resto da vida de Luis Filipe Menezes à frente do PSD.

Existem opositores a Luis Filipe Menezes...e ele conhece-os um a um.

E já agora...vai haver surpresas nas listas.

Boa Sorte ao PSD e principalmente Bom Trabalho...para bem do País.


quinta-feira, 11 de Outubro de 2007

Há vida para além do défice?


Sócrates antecipa cumprimento das regras de Bruxelas
Défice orçamental nos 3% já este ano
O primeiro-ministro revelou hoje que Portugal levou apenas dois anos para entrar nos eixos e satisfazer as regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento.
O défice das contas públicas vai ficar nos 3% do produto interno bruto (PIB) já este ano. O anúncio foi feito hoje pelo primeiro-ministro, José Sócrates, após a aprovação do Orçamento do Estado (OE) para 2008 pelo Conselho de Ministros. Portugal antecipa, assim, em um ano o cumprimento das regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC), quando a previsão inicial era de que o défice ficasse nos 3,3%, em 2007. Apesar da folga, o Governo mantém a meta de 2,4% de défice para 2008, já que o Orçamento para o próximo ano - que será apresentado amanhã na Assembleia da República - aposta "também no investimento público, que é decisivo para relançar a economia", adiantou Sócrates. A projecção avançada pelo primeiro-ministro tem por base os dados da execução orçamental que já estão fechados até Setembro e que permitiram ao Ministério das Finanças antecipar o valor do défice orçamental para o final do ano.

"Em apenas dois anos baixámos o défice de 6 para 3%", salientou o primeiro-ministro, aproveitando para dar "os parabéns a todos os portugueses que trabalharam para este objectivo". O agradecimento foi particularizado para os funcionários públicos - alvo da mobilidade especial - "porque foram os que mais contribuíram este resultado". E foi mais longe: "reconhecemos esse esforço e tudo faremos para que não percam poder de compra no próximo ano" - note-se que as negociações salariais da Função Pública arrancam já para a semana. "A partir do próximo ano deixamos de ser um país com um défice excessivo", acrescentou. Além disso, reforçou Sócrates, os 2,4% estimados para 2008 representam o défice mais baixo desde 1975.

O primeiro-ministro revelou também que a dívida pública deverá registar uma contracção de 64,8 para 64,4% do PIB. "Dirão que a descida é pequena, mas será a primeira em sete anos".

Sobre o OE de 2008 revelou ainda que "manterá a linha de rigor, mas será também um orçamento que visa dar resposta à nossa economia". A área social será privilegiada, sobretudo no que se refere a políticas de natalidade e de apoio aos idosos.


Excelente noticia. E a que custo! Esperamos para ver...

terça-feira, 9 de Outubro de 2007

Chegou ao fim, a 1.ª votação neste blogue, expressando a opinião dos seus (ainda poucos) visitantes sobre a obra prioritária a realizar no nosso concelho.

De pouco ou nada valerão os resultados apresentados, porque o universo é demasiado pequeno.

Apenas 46 votos, que não conseguem legitimar a vontade maioritária.

Voltaremos à carga.

Por agora ficam os resultados, em respeito por aqueles que contribuiram.

Em 46 votantes, 16 (34%) acham que a obra prioritária em Castelo de Vide devia ser um Parque Industrial. Muito perto, com 15 votos (32%) pensam que a melhor solução seria a requalificação das termas. A variante a Castelo de Vide, uma intervenção na Barragem de Póvoa e Meadas e a Requalificação da Carreira de Cima tiveram 5 votos (10%), 1 voto (2%) e 9 votos (19%) respectivamente. Fica o apontamento.

Obrigado. Continuem a votar.

Abraço.

segunda-feira, 8 de Outubro de 2007

Relatório fez a caracterização do sistema de acolhimento em Portugal.
Muitas crianças em instituições de acolhimento estão esquecidas pelas famílias
08.10.2007 - 08h57
Andreia Sanches
Chegam em idades precoces, muitas vezes logo a seguir ao nascimento. E aí ficam "até quase atingir a maioridade ou ultrapassá-la". A maior parte vive em lares. A negligência é a razão mais frequente para terem sido acolhidos. É ainda esta a realidade da maioria dos menores que estão no sistema nacional de acolhimento de crianças e jovens em perigo. Mais de 40 por cento não recebem visitas da família.
O cenário é traçado no Plano de Intervenção Imediata - Relatório de caracterização das crianças e jovens em situação de acolhimento em 2006, do Instituto da Segurança Social. O documento, a que o PÚBLICO teve acesso, explica quem são e qual o contexto de 15 mil crianças e jovens que em 2006 passaram por instituições ou famílias de acolhimento. E questiona alguns projectos de vida traçados para os menores - estranhado, por exemplo, que nalguns casos não se equacione alternativas ao acolhimento institucional. No final de 2006, pelo menos 12.245 crianças e jovens continuavam em situação de acolhimento - em lares de infância e juventude (60 por cento), em famílias de acolhimento (22 por cento), casas de acolhimento temporário (14 por cento) e outras instituições. Muitos não recebem visitas de familiares (41 por cento) nem os visitam (42) - e não é porque a justiça tenha imposto qualquer tipo de constrangimentos a esse contacto (o que acontece numa minoria de casos). Para apenas 13 por cento dos que não têm visitas pondera-se a possibilidade de adopção. Contudo, muitos já não têm idade para esta solução, que só pode ser aplicada a menores de 15 anos. Quase metade dos acolhidos viviam, em 2006, há pelo menos quatro anos no sistema; 28 por cento há mais de seis anos. Aliás, para "muitas crianças, o acolhimento é a realidade que conhecem desde que nasceram". Um terço dos meninos com até três anos de vida estavam acolhidos há mais de um ano.Muitos sem projecto de vidaQue projectos de vida foram definidos para estas crianças e jovens? Quase mil menores caracterizados neste estudo não tinham projecto de vida (7,4 por cento). Sem tal projecto, continua o relatório, questões como o regresso à família ou a adopção "parecem não estar a ser colocadas por quem é responsável pelo acompanhamento da criança". E corre-se o risco de nada acontecer pois "ninguém questiona se existirão alternativas". A razão mais apontada pelas instituições para esta ausência é o facto do acolhimento ter acontecido "recentemente". A maioria das crianças em situação de acolhimento tem, no entanto, projecto - que passa, em 47 por cento dos casos, pelo acolhimento num lar de infância e juventude. A autonomização está prevista para 5,6 por cento dos menores - num quadro em que 49 por cento dos acolhidos são adolescentes entre os 12 e os 17 anos e 11,3 por cento têm 18 ou mais anos. Para nove por cento (1130) pensa-se na adopção. De resto, só na faixa etária dos 0-3 esta é a medida mais apontada nos projectos de vida (40 por cento). No grupo etário dos seis aos nove desce logo para 18 por cento."Surpreendentemente, 60 por cento das crianças e jovens sem visitas da família têm como projecto de vida a manutenção do seu acolhimento, seja em lar de infância e juventude, residência ou em família de acolhimento". Será por não existirem "outras alternativas familiares ou não-familiares"?Futuros pouco realistasSe se analisar apenas os menores cuja razão para o acolhimento foi o abandono, conclui-se que mais de metade estão nas instituições há mais de quatro anos, sendo que o projecto de vida pensado é, uma vez mais, o "acolhimento". Ou seja, esta solução "terá prevalecido sobre a procura de outros projectos de vida", como a adopção.Os casos de orfandade (73 por cento das crianças e jovens nesta situação estão há mais de quatro anos acolhidos) são também exemplo de como "não terá eventualmente havido a necessária intervenção e sensibilidade por parte das entidades directamente responsáveis pelas crianças", não podendo estas "ver cumprido o seu direito a crescer numa família".As próprias medidas decretadas pelos tribunais e comissões de protecção levantam questões. Por exemplo: 53 por cento das crianças para as quais foi decretado o acolhimento em instituição têm suporte regular da família. Então, "qual a razão para se manterem acolhidas e não ser dinamizado o seu regresso ao meio natural de vida?"O documento realça ainda "a subjectividade" e o "pouco realismo identificados na definição dos projectos de vida". Exemplo: há 215 crianças/jovens que, não tendo qualquer contacto com os familiares, "têm como projecto de vida a reintegração na família" - "Qual a sustentabilidade para insistir numa relação afectiva familiar se não existem contactos que a alimentem e solidifiquem? Como se sentirão as crianças/jovens? Terão tido a oportunidade de participar na preparação do seu próprio futuro?"

Jornal Público

quarta-feira, 3 de Outubro de 2007

Esmeralda: Os Prós e os Contras, além da TV.

De um leitor, chegou-me hoje um comentário sobre o caso "Esmeralda" que aconselho vivamente a consultar. (ver abaixo em Esmeralda: Uma pedra preciosa)
Discordando em parte do referido comentário, tenho que lhe dar razão no que diz respeito a um pequeno relato que me atrevo a trancrever:
"Como é que ninguém se lembra de colocar a questão mais óbvia e importante: saber como foi possível a um tribunal Constitucional deixar um processo deste género parado, sem movimento durante...anos?! Quem foi o juiz que assim procedeu por omissão?Mais: como é possível em termos práticos, que estes processos ( e há provavelmente dezenas ou centenas deles em todo o Portugal), tenham prazos alargados e se olhe para os mesmos com olhos diferentes dos que servem para ver o processo penal?De quem é a responsabilidade concreta do facto de estes processos demorarem anos a serem resolvidos a contento? Dos tribunais? E porquê, se for assim? Da Lei? E porquê, se assim for?"
Concordo plenamente....e mais: De quem é a responsabilidade dos processos de adopção demorarem anos e anos em Portugal?
Vale a pena pensar nisto e comparar, só como titulo de exemplo, mais uma vez com os nossos vizinhos ibéricos. As diferenças são abismais. Na rapidez, no desenlace e no verdadeiro respeito pelos interesses das crianças.

terça-feira, 2 de Outubro de 2007

Contra a violência

2 de Outubro de 1869 - 2 de Outubro de 2007

Afinal quase nada mudou.
Bom dia...

segunda-feira, 1 de Outubro de 2007

Lider(mud)ança PSD


O Dr. Luis Filipe Menezes é o novo lider do partido Partido Social Democrata.


Não sei se bem, se mal.


Nunca esteve à frente do PSD, e apenas lhe conheço o excelente trabalho à frente da Câmara de Gaia, e enquanto Secretário de Estado. É sem dúvida " um Homem do Norte".


Excelente exercício é ver ( e tentar perceber ) por que razão, o novo líder não teve um único voto na Concelhia de Castelo de Vide ( da qual faço parte ).


Confesso que não sei os resultados dos restantes concelhos do Distrito, mas sempre pensei que Luis Filipe Menezes tivesse por cá pelo menos um voto.


Não vai ter tarefa fácil, não só em fazer oposição ao Governo, que incrivelmente continua com sondagens em alta, mas também em arrumar a casa, principalmente o Grupo Parlamentar.


Vai ser giro ver algumas mudanças, ideias expressas na moção do novo lider.


Espero que a comunicação social tenha mais respeito por ele, do que teve pelo Dr. Marques Mendes.


Desejo-lhe uma excelente liderança. Para bem do PSD, da vida política portuguesa e do País.


Quanto à Universidade de Verão, liderada pelo Director de Campanha de Marques Mendes, o meu amigo Carlos Coelho...espero que se mantenha por cá.